Uma Chapa pela Cidade de Niterói

Apesar de serem de siglas partidárias diferentes, o bom relacionamento do Comte com os membros do partido do prefeito e da base aliada, faz com que todas as questões tenham um caráter doméstico e até intimista. É inegável a liderança do deputado entre todos, quando assume tarefas de gestão e de articulação política, onde todos parecem pertencer ao mesmo partido. Na prática, fora as características jurídicas e institucionais, nada muda e em até em alguns momentos fluiu com mais facilidade.

A cidade atravessou este último mandato do prefeito Jorge Roberto num compasso de espera e expectativas que só agora dão sinais de resolutividade. Não por mera coincidência, mas, por esforço de gestão e autoridade do Deputado Comte Bittencourt, quando assumiu a secretaria de Governo, com a tarefa específica de por a situação em ordem. Trouxe para si o ônus e a responsabilidade de ser duro onde foi preciso, hábil onde precisou negociar e rápido e conciso, oferecendo em 90 dias, soluções e andamento em problemas que se arrastavam pela falta de um “catalizador” capaz de unir e contrariar interesses em prol das melhorias tão esperadas pela população.


Aí, depreendemos que o mais simples e melhor para os problemas da cidade é caminhar nesta direção, principalmente unindo o PPS do Comte com o PDT do Jorge Roberto, que em última análise é seu inegável e legítimo líder deste partido na cidade.  A melhor sugestão veio das bases, formando uma chapa com o Comte Bittencout e o deputado e ex-vereador de Niterói, Felipe Peixoto. Uma fórmula apropriada para ganhar a eleição e fazerem um governo progressista e cheio de realizações. A razão desta afirmação está na combinação entre a experiência do Comte, que já viveu sete mandatos e cargos de gestão diversos, todos com excelentes resultados, com a juventude e disponibilidade para experiências novas e ansiedade positiva do Felipe Peixoto.

Naturalmente uma proposição deste quilate, envolve interesses e disputas de poder entre os pares e aqueles que os cercam.

Surgiram as primeiras aparentes dificuldades, naturamente criadas por pessoas alheias à vida da cidade, mas que disputam friamente “pedaços de poder”, independente se será melhor ou pior para Niterói. Para elas isso é o que menos importa. O que está em jogo são seus interesses e trocas. Acenaram com um discurso que sendo a cabeça da chapa do PPS atrapalharia a reeleição da mesma bancada do PDT. Falácia sem consistência e inteiramente intrigante. Se alguém vai perder a eleição será por reflexos dos seus mandatos e ações. Uma coligação proporcional estabelece igualdade partidária e os que detém mandatos  estão em franca vantagem sobre os novatos, por razões que dispensam outras analises pela clareza da circunstância.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, interferiu negativamente a que o deputado Felipe Peixoto aceitasse ser o vice prefeito, declarando que o PDT deveria ter candidato próprio. Certamente o senhor Lupi desconhece a realidade política da nossa cidade e atual situação organizacional do seu partido na cidade, desde que a antiga presidente Eva Ramos ficou doente e se ausentou por completo. Nos dias de hoje, o PDT só teria chance de eleger um prefeito se fosse o próprio Jorge Roberto Silveira, que com todo desgaste é ainda o maior nome do partido e com uma folha de serviços anteriores que o credenciaria com muita chance a reeleição. Entretanto, por razões pessoais o prefeito sinaliza para uma parada temporária. Está abrindo mão de um novo mandato, sem guerra de egos ou vaidade. Dá um excelente exemplo para seu partido e aponta com acertividade para a liderança incontestável do deputado Comte Bittencourt.

Em política, a analise é a do momento atual. Como a situação se apresenta. Felipe Peixoto é um político de talento, jovem, ágil e certamente será prefeito de Niterói um dia, e não muito distante. Entretanto, neste momento, dado as grandes dificuldades a se enfrentar, a experiência do Comte o faz merecedor de ser o “timoneiro deste barco”. A ideia é de um vice prefeito ativo, envolvido com a gestão, assumindo responsabilidades e gerindo como um grande parceiro. A ideia não é a de imobilizar um político jovem e cheio de disposição num lugar premiado e engessado. Felipe será um vice coordenador, com toda a sua juventude em favor da cidade, que precisa de uma gestão vitoriosa.

Os críticos, naturamente interessados, clamam por inovações. É preciso ter reservas e cuidados com estas iniciativas. O novo não representa experimento sem histórico de resultados. A situação da cidade é complicada e precisa de pulso e saber, aliados a experiência e poder de articulação em todos os níveis.

Esta chapa Comte prefeito e Felipe vice, é o retrato da experiência,da gestão com vigor, do novo e desbravador. Nesta composição, salvo um grande acidente, ficam imbatíveis.Se forem separados e cada um vier candidato a prefeito, estarão fazendo o jogo dos adversários, especialmente o jogo do candidato do PT que torce pela divisão e enfraquecimento e da discórdia para tirar proveito.

Certamente, ainda é tempo para uma reflexão pelo bem da cidade. Felipe será um vice- prefeito histórico e mudará a imagem estigmatizada de que vice não manda. Ele será o novo, apoiado pelo saber e experiência do seu companheiro de chapa, o deputado Comte Bittencourt.

A cidade merece esta oportunidade.

Rua Cônsul Francisco Cruz, 3 - Centro - Niterói/RJ

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