Se Ficar o Bicho Pega...


O presidente da CDL Luiz Vieira, aliado a outros comerciantes, entre eles Joaquim Pinto, do Grupo Casa das Fechaduras, têm feito gestões junto ao prefeito Rodrigo Neves e a secretaria de Fazenda Giovana Victer mostrando a necessidade imediata de flexibilizações graduais no comercio. Eles concordam com todas as regras para proteção das pessoas, reconhecem as pessoas em maior situação de risco, mas percebem de perto o caos que já se implantou, principalmente nos pequenos comércios. Muita gente já quebrou, dado a fragilidade que já se encontravam. Dois meses sem venda significa o fim, além das dividas que ficarão.

Apesar das mortes, proporcionalmente, Niterói saiu-se muito bem até aqui nessa crise, do ponto de vista comparativo. A nossa rede de saúde tem funcionando a contento e as medidas de isolamento foram respeitadas na medida das suas necessidades. Por esta razão este grupo sugere que se permita a abertura gradual das lojas, por tamanhos. Iniciaria abrindo as lojas até 40 metros quadrados, na semana seguinte até 70 metros, depois até 100 metros, e daí em diante qualquer metragem. Esta operação levaria um mês.

O argumento, que é pertinente, é que o estrago nas empresas tem gerado desemprego, que poderá ser maciço; e levará ao caos social, com possibilidades de saques, furtos e assaltos, com violência sem precedentes.

Já foram registrados casos de suicídio de comerciantes. O que poderá vir é uma incógnita. Mas, será grave certamente.

Rua Cônsul Francisco Cruz, 3 - Centro - Niterói/RJ

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