Posse na CDL

Tomou posse festivamente nesta última quarta feira, dia 20, na presidência da CDL, o jovem empresário Fabiano Gonçalves (foto), diretor do grupo Casa das Fechaduras.A festividade muito concorrida e prestigiada contou com a presença de muitos empresários, dos deputados Felipe Peixoto, Luiz Paulo Corrêa da Rocha e Julio Lopes, então secretário do governo, representando o governador Sergio Cabral.

Joaquim Siqueira Pinto que antecedeu, Fabiano, passou para o conselho consultivo e durante a cerimônia houve a despedida do presidente do conselho, o empresário Lucio Azevedo que durante as ultimas décadas vem prestando significativo trabalho e apoio a classe através da CDL.

A nota destoante que me pareceu uma descortesia em um sinal de despeito foi a ausência do presidente do sindicato dos lojistas José Luiz Pascoal e do seu vice Robson Gouvêa, que integram a diretoria, mas não compareceram para assinar o ato de posse. Teria sido de bom tom, se nada houvesse de estranho que mandassem um representante, ou ao menos um recado para ser lido publicamente em respeito a entidade que congrega a nata dos lojistas da cidade.

Eles poderão se unir ao cordão dos descontentes perenes como foi o caso do deputado gonçalense Rodrigo Neves, que vi sendo dada a oportunidade de falar na cerimônia poderia ter se mantido num discreto voto de boas vindas as novo presidente, ao invés de se aproveitar da tribuna e do microfone que não lhe pertence para fazer proselitismo político, falando de suas hipotéticas realizações e apoios a classe lojistas. Perdeu boa oportunidade de ficar calado e de citar que o centro da cidade está abandonado, numa nítida intenção de atacar o seu ídolo e desafeto, desta relação mal resolvida, Jorge Roberto Silveira. A cidade pretende esquecer definitivamente este tipo de política menor, onde o oportunismo é sempre um veneno que se auto consome. Certamente a cidade vai esquecê-lo, na mesma síndrome que ele costuma usar na sua fatídica frase: “Não me lembro disso”. Jargão que ele usa como saída para não cumprir os tratos feitos e os compromissos financeiros assumidos verbalmente. A cidade o esquecerá e o perdoará na próxima vida.

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