Polêmicas na Internet em 2019

Este ano, a Internet foi palco de uma série de polêmicas em 2019. Na coluna desta edição, relembraremos as maiores polêmicas deste ano que termina.


Pornografia na busca do Google

A ferramenta de pesquisas foi o centro de uma grande polêmica, quando usuários perceberam que a expressão “mulher negra dando aula” retornava conteúdo pornográfico na busca por imagens.


Câmera espiã

A polêmica em torno da tecnologia de reconhecimento facial empregue pela polícia como mecanismo de segurança pública, inflamou uma série de discussões na Europa. Em maio, por exemplo, um relatório divulgado pela Prefeitura de Londres demonstrou preocupação com a possibilidade de os softwares reforçarem ou perpetuarem racismo e preconceitos de gênero.


App para espionar amigos no Instagram

O aplicativo Like Patrol elevou as possibilidades de stalking no Instagram a outro nível e gerou polêmica na Internet. A ferramenta fez sucesso após a extinção da aba 'Seguindo'e trouxe de volta não apenas a exibição dos likes e perfis que o usuário seguiu, mas também um ranking com os maiores fãs da pessoa espionada.


Amazon entregando urina

Um caso inusitado envolvendo a Amazon chamou a atenção da Internet quando um homem de Tuscumbia, no Alabama, comprou uma cortina de chuveiro e, ao abrir a caixa, encontrou um pote contendo a urina de uma mulher. Avisada sobre a confusão, a gigante do e-commerce pediu desculpas e providenciou a entrega da cortina.


Twitter e fake news O idealizador do botão "Retweet" do Twitter, Chris Wetherell, confessou ter se arrependido de criar a ferramenta de interatividade. Isso porque o recurso foi apontado como um dos propulsores da viralização de fake news nas redes sociais. A ação ficou mais impulsiva e menos reflexiva, o que abriu caminho para a divulgação massiva de notícias falsas.


YouTube e homofobia

Em junho, o YouTube esteve no centro de uma polêmica por se recusar a remover vídeos homofóbicos e racistas. O jornalista Carlos Maza, que é gay e latino descendente de cubanos, reportou ao portal uma série de vídeos em que o comediante Steven Crowder faz piadas sobre sua sexualidade e raça, mas nunca obteve resposta. Após postar no Twitter um compilado com todas as falas ofensivas do humorista, ele conseguiu chamar a atenção do YouTube, que disse que iria investigar o caso. Após a análise, porém, a empresa alegou que os comentários de Crowder não violam as políticas da plataforma. O posicionamento recebeu críticas nas redes sociais.

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