O Mundo em Questão

Diz-se que a partir do dia 21 de julho deste ano uma nova era implantou-se; onde haverá uma revolução nos conceitos da filosofia, da moral, da sociologia e dos desígnios de humanidade. Um novo tempo numa outra dimensão. Será duro e porá os “pontos nos ìs”. Mudanças não acontecem da noite para o dia, assim como nascer depende de uma gestação. Uma antecedência de fatos e razões para concepção e realização. Diz-se também que a nossa realidade é ilusória e apenas uma criação das nossas energéticas mentes. Tudo não passa de energia quântica e vivemos na atemporalidade, embora contemos os dias. Uma espécie de Matrix, onde cada um vai ver e realizar seus trajetos mundanos, dentro dos seus códigos de crença.


Uma forma ou de outra, algo está acontecendo, e se prevê, que para haver solução satisfatória, na maioria das vezes, temos que quebrar para emendar algo que se apresentará com novo e evoluído. É uma espécie de estimulo irrecusável para que tudo tenha um desfecho, pouco importando se o resultado será bom ou não.

Não obstante a todas estas considerações, se observarmos bem, o ritmo e rumos do mundo mudaram. Se não houver uma rápida mudança de rota, iremos entrar numa perigosa recessão mundial. A guerra comercial entre China e Estados Unidos reflete negativamente nos quatro cantos escuros do planeta. Assistimos o desmascaramento de tantos, até então insuspeitos, e as punições equivalentes se consumando. O tempo dos enganadores está acabando, e aqueles que se apresentavam com “a pessoa mais honesta do mundo” tem seus crimes cada vez mais evidentes. Líderes mundiais, como Emmanuel Macron, entraram em franca decadência e tenta desesperadamente usar levianamente fatos destorcidos, como é o caso das queimadas na Amazônia, para angariar “simpatias” e ganhos políticos, ainda que insustentáveis.

Não se pode tapar o sol com a peneira e a podridão, a maldita falácia, hipócrita e sem nenhuma ética, está saltando pelas costuras das roupas de desses tipos, desnudando os farsantes com sangue nos olhos. Dizem-se aguerridos, mas encontrarão nesses novos tempos a classificação que lhes cabe. São aqueles, por exemplo, que recentemente assinaram um manifesto de líderes estrangeiros, interesseiros e usurpadores, traindo a pátria brasileira, encorajando uma intervenção internacional na Amazônia, (ainda que seja militar) que somente nós somos seus legítimos donos. Estão ombreados com Macron, contra o Brasil e irão regiamente ser responsabilizados. Tipos como o Guilherme Boulos, Glauber Braga, Paulo Pimenta, Humberto Costa, Vagner Freitas, Gleisi Hoffmann, David Miranda e outros mais, deverão enfrentar suas decadências, atolados na vergonha, apesar de desconhecerem este vocábulo.


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