Lupi e as Jujubas (azeitonas de chumbo)

A bem da verdade, desde o tempo que o ministro Carlos Lupi (PDT), vendia jornais na esquina de Copacabana, onde morava o governador Leonel Brizola, que já tinha o este jeito afetado e inseguro,- característica de quem quer convencer a qualquer custo sem a certeza da verdade dos seus argumentos. Esta vizinhança subserviente o aproximou daquele que com suas escolhas, muitas vezes equivocadas, “fabricaria” o ministro que aí assistimos. Em onze anos de relação, foi de jornaleiro do Brizola a deputado federal e acabou ministro do Trabalho. Teve um único e insípido mandato a deputado Federal, e daí em diante, perdeu todos os pleitos, obtendo sempre votações pífias. Foi secretário municipal de Marcelo Alencar e Secretário do governo do Garotinho.

O país é de todos e como o processo é eleitoral, qualquer um pode chegar a onde for possível. Entretanto, a atividade partidária tem estes “vícios”. O sujeito não se elege ou mesmo perde para “marcar espaço”, mas trabalha nas campanhas, faz articulações e os companheiros eleitos puxam para cima. São implantados muitas vezes em cargos que não tem a menor capacidade para exercê-los; estes muitos “administradores  públicos”, vão tecendo a nossa estória.

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