Em Memória da Chacina da Candelária

De 23 a 27 de julho vão acontecer diversos atos em memória e protesto contra a chacina da Igreja da Candelária, no Centro do Rio de Janeiro, local onde foram brutalmente assassinadas crianças e adolescentes moradores de rua. O ato abjeto se deu porque certas pessoas consideraram que os menores abandonados e na maioria pequenos infratores, estavam “incomodando” comerciantes da região. Foram chamados matadores, que num só ato e momento liquidaram vidas e deixaram na nossa memória  a necessidade de transformação social para que nunca mais ocorram atos de barbárie com este.

Na madrugada do dia 23 de julho de 1993, por volta da meia-noite, vários carros pararam em frente à Igreja da Candelária. Policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que estavam dormindo nas proximidades da Igreja. Seis menores e dois maiores morreram e várias crianças e adolescentes ficaram feridos.

No próximo dia 23, haverá uma vigília de mães, às 18h, além de manifestações pela manhã e à noite. Seguem-se outras atividades para marcar a data dos 19 anos da tragédia.

Um dos sobreviventes da chacina, Sandro Barbosa do Nascimento, mais tarde voltou aos noticiários quando se tornou o responsável pelo sequestro do ônibus 174.

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