Decadência do Metrô

Há algum tempo não andava no Metrô do Rio de Janeiro. Esta semana ao me deslocar do centro para a Zona Sul pude perceber a diferença do Metrô que conheci, elogiável e bem cuidado, para um Metrô com aparência de abandono. É  visível!  Basta olhar para o chão. O granito que brilhava bem polido transformou-se num chão de banheiro de quinta categoria; as faixas amarelas de indicação do emborrachado estão encardidas, sujas como pátios de oficinas mecânicas de subúrbio e de dono porco!

É escandalosa e deprimente a aparência dos trens. Parecem que vieram do centro do inferno: chamuscadas por baforadas de cinzas e fumaça de diesel queimado. Mas os trens não são elétricos?

É descaso mesmo! Falta de gestão, de vontade política, de apreço pelo povo, respeito ao contribuinte e acima de tudo, usuários pagantes. Aquele serviço não é gratuito e não é barato!

É... Terra em que ninguém manda e todos espoliam está condenada à desonra ou a revolução!

Rua Cônsul Francisco Cruz, 3 - Centro - Niterói/RJ

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