Convenientes “Ativistas Ecológicos”

Não é uma questão de conceituar ou de interpelação ideológica. Os fatos falam por si só. Estas ONGs que se apresentam com defensoras do meio ambiente, e costumam fazer estardalhaços por qualquer motivo que fira a sua “agenda convenientemente para esquerda, gritaram “em defesa da Amazônia”, com graves acusações ao governo Federal, especialmente ao Ministério do Meio Ambiente. A queimadas, que neste ano foram numericamente inferiores em outros anos anteriores de coloração petista, receberam atenção belicosa e protestos de todas as formas. Foi um “carnaval internacional”.

Agora, apareceram as manchas de óleo e petróleo bruto no litoral do Nordeste brasileiro, com danos proporcionais muito superiores às queimadas, e não se ouve um protesto. Uma fala contrária, um alento. Nada! E vamos perguntar a razão deste sepulcral silêncio. É simples. O petróleo é comprovadamente venezuelano. Se o derramamento foi intencional, ou se foi acidente, a questão é outra. Trata-se de crime culposo ou doloso. Em qualquer situação é crime. O dano, de extensão ainda não avaliada, está aí. O tamanho do prejuízo, eu é enorme, já se sabe, mas de que tamanho ainda é precoce afirmar. Agora... Porque não gritam? Não vão defender o meio ambiente, não vão convocar outros “países interessados”?

A questão é clara: tratando-se de um aliado político, alinhado ideologicamente, como é a Venezuela, todos, absolutamente todos os “ativistas”, se calam, e mais, defendem e tentam encobrir o crime. Fica patente que todos estes protestos não passam de manobras interesseiras, com vistas à desestabilização política, numa tentativa desesperada de retomada do poder, onde o “faturamento” corre fácil e criminosamente.

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