Cem Dias de Solidão

Além da janela da sala e do gato aos meus pés, o sol, o mar, a luz, já fazem parte do “Manual do pensamento anti-solidão”. Assim como preencher, recentemente esse olhar, as tramas trouxeram ao meu corpo um alento à compreensão do silêncio. Em plena pandemia evolutiva - sigo respeitando todas as regras de segurança impostas - percebo que, lá fora, o mundo vai se acomodando as mudanças necessárias de sobrevivência. Paciência é o que não falta durante os dias ensolarados. A presença do vírus em pauta que prossegue a mais de cem dias, coloca a ausência acima do repensar toda memória do tempo. É a luz que chega para elaborar planos futuros. Necessitamos de uma baita força interior se quisermos manter o pulso firme e o coração pulsando e a mente ocupada, longe dos demônios da dor... Conto com as palavras que me acompanham, incansavelmente, nesta reinterpretação da vida.

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