Barca Turca

Cidade do Papelzinho


Definitivamente Niterói é a cidade do “papelzinho”. No Centro é um verdadeiro horror. Tem sempre uma moça entregando, ou quase forçando a entrega daquelas malditas “publicidades”. Todo mundo sabe que é ilegal, o código de postura da prefeitura é claro nessa matéria, mas, os fiscais do município não combatem esta prática. Sujam as ruas, importunam as pessoas e na verdade, não contribui para melhorar as vendas do “anunciante”. Até lojas, disfarçam a prática colocando escrita, “distribuição interna”. Conversa! Ficam na porta da loja acessando o público que passa. É a típica propaganda porca, em todos os sentidos. Não ajuda e atrapalha demais!


Barca Turca

Todo mundo sabe que a situação econômica está difícil para todo mundo. Mas, convenhamos, nos ônibus forçam a venda de balas e quinquilharias, com a conivência dos motoristas que permitem e até incentivam. Viajar na barca hoje é um desespero. Tem sempre alguém gritando, dizendo-se artista. Raramente aparece um artista de verdade. O resto é engodo. O artista de rua tem alguma qualificação, sabe tocar ou cantar, pelo menos razoavelmente. Estes “poetas” que aparecem nas barcas são muito ruins e barulhentos. Ninguém paga uma passagem para ser importunado. E deve ter alguma conivência dos funcionários, pois ainda aparecem ambulantes, até mais sofisticados, vendendo produtos chineses. Outro dia, na estação do Rio, ao meu lado estavam cinco vendedores fazendo uma reunião de trabalho, carregados de produtos diversos. Tinha um que até mais parecia o supervisor, que dava orientações e cobrava produção. E a empresa Barcas SA participa desse comércio “informal”. Te algum interesse nisso? Os passageiros, na maioria não gostam de ser importunados, para não dizermos, afrontados. Ninguém fiscaliza é porque se beneficia.


Intolerância com Idosos


Continua a saga de intolerância o constrangimento de idosos nos ônibus de Niterói. Se as empresas determinam que o motorista faça um relatório sobre o idoso que é isento de pagar passagem acima dos 65 anos, a culpa não é do idoso. Mas, os motoristas estão estressados sem paciência e revoltados, e dão socos no volante e na alavanca de marcha toda vez que entra um idoso e apresenta sua carteira de identidade. Como se não bastasse a exposição do idoso, em pé ao lado do motorista mal encarado, e todos os passageiros do coletivo olhando para o idoso como se ele fosse um estorvo, que atrapalha e atrasa a viagem. As empresas impõem este expediente de propositalmente, “vingando-se” dos passageiros isentos. As pessoas não são responsáveis pelos desvios e propinas pagas pelas empresas a autoridades municipais. Por tanto, deveriam deixar os idosos em paz e respeitá-los na medida necessária à dignidade humana.


Rua Cônsul Francisco Cruz, 3 - Centro - Niterói/RJ

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