Apresentando o NOVO

Até o momento, a educadora Juliana Benicio (NOVO) é a única candidata mulher a prefeitura de Niterói.

Não conheço a Juliana Benicio, e seria leviano fazer considerações políticas a seu respeito. Fui duramente cobrado por integrante do Partido Novo, de forma imprópria e desrespeitosa, impondo-me sua candidata. Tudo numa descortesia e ausência de equilíbrio, que me proporcionou uma péssima impressão a respeito da nova sigla. Parecia o PSTU da direita; radical, ressentido, ingênuo e nada político. Acusou-me de estar fazendo “palanque para bandidos”. Rebati e exigi que ela apresentasse um deslize meu, na minha vida, ou nos meus 46 anos de jornalismo. Desafiei que apresentasse fatos, pois a matéria falava de muitos candidatos, no arco dos mais conhecidos, que ia de Flavio Serafini, passando por Bruno Lessa, Comte Bittencourt, Felipe Peixoto, Adroaldo Garani, até Axel Grael. Era apenas uma legítima analise da situação e dos principais atores. Respeito a todos, e avalio, segundo as minhas convicções, e as possibilidades. Não possuo bola de cristal, e nem estou preocupado com ideologias, ou relações partidárias. Faço aquilo que julgo ser esclarecimento ao público leitor. E não reconheço em nenhum desses citados a condição de bandido.

Lamento esta postura imatura, grosseira e sem noção de urbanidade. Com ataques grosseiros ninguém ganha eleição, e nem sou obrigado a por no jogo político os novatos ungidos pela crença de superioridade. E o pior e mais deprimente: desancou-me publicamente no Facebook, mas, pediu-me desculpas “in box”, dizendo reconhecer a minha seriedade. Uma atitude mais lamentável, de alguém que se apresenta valente e desmedida em público, mas, agacha-se escondida diante da autoridade moral e profissional de um velho jornalista. Lamentável...

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