Amazônia e Contratos Nulos


Marcio Meira, presidente da FUNAI, afirmou recentemente que 36 contratos firmados entre aldeias indígenas e empresas estrangeiras, como negociação de crédito de carbono na Amazônia, são considerados nulos e serão analisados individualmente pela Advocacia-Geral da União (AGU).

Uma empresa irlandesa comprou os direitos de uma área equivalente ao dobro da área de Portugal. Poderão explorar tudo, incluindo a biodiversidade, pelos próximos 30 anos. Negócio na ordem de 120 milhões de dólares. Estes indígenas protegidos e que não pagam impostos, fazem negócios desta monta. É claro que existem “lideres brancos” orientando o jogo.

Está na hora de acabar com essa ”lambança”.

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